A inclusão dos estudantes com transtorno do espectro autista na educação básica:Limites,desafios e perspectivas a partir da formação docente

dc.contributor.advisorTeixeira, Meryene
dc.contributor.authorSantos, Lubna Emília Lourenço dos
dc.contributor.refereeSantos, Lidiane
dc.date.accessioned2026-02-25T10:39:04Z
dc.date.created2026-01-13
dc.descriptionA pesquisa analisa a preparação, a formação e as condições de atuação dos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) no atendimento a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em instituições públicas de Bambuí/MG, incluindo o ensino regular e o TELECENTRO João Apolinário de Oliveira. Também investiga como a educação inclusiva e o TEA são abordados na formação inicial oferecida pelo curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IFMG – Campus Bambuí. O estudo fundamenta-se nos princípios da Educação Inclusiva e na legislação brasileira vigente, adotando uma abordagem qualitativa, de caráter descritivo. Foram aplicados questionários aos professores do AEE e realizada análise documental do Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Biológicas. Os resultados indicam que os professores do AEE possuem formações diversificadas, predominantemente em Pedagogia, complementadas por pós-graduações e cursos voltados à Educação Especial e ao TEA. Observa-se compromisso profissional e utilização de práticas inclusivas, como adaptações curriculares, recursos visuais, tecnologias assistivas e atendimento individualizado. Entretanto, evidenciam-se limitações na oferta de formação continuada por parte do poder público, levando muitos docentes a buscarem capacitações com recursos próprios, o que contribui para sobrecarga profissional. Também foram identificadas fragilidades na articulação intersetorial entre educação, saúde e assistência social, comprometendo a efetividade das ações inclusivas. No contexto escolar, destacam-se desafios relacionados à adequação do ambiente físico, especialmente quanto à organização dos espaços, à redução de estímulos sensoriais e à criação de ambientes que favoreçam a regulação emocional, aspectos essenciais para a aprendizagem e o bem-estar de estudantes com TEA. A análise da formação inicial em Ciências Biológicas revelou que, embora o currículo contemple disciplinas voltadas à diversidade e às tecnologias educacionais, ainda há lacunas no aprofundamento específico sobre TEA, AEE e práticas inclusivas no ensino de Ciências. Conclui-se que a efetivação da inclusão escolar de estudantes com TEA exige o fortalecimento da formação inicial e continuada dos professores, maior integração entre profissionais do ensino regular e do AEE, investimentos em políticas públicas intersetoriais e melhorias nas condições estruturais das escolas, visando à promoção de uma educação pública inclusiva e de qualidade social.
dc.identifier.advisorOrcidhttps://orcid.org/0000-0002-3400-4590
dc.identifier.authorOrcid0000
dc.identifier.refereeOrcidhttps://orcid.org/0000-0002-8429-6552
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14387/2948
dc.language.isopor
dc.publisher.campiBambuí
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.institutionInstituto Federal de Minas Gerais
dc.publisher.programLicenciatura em Ciências Biológicas
dc.rightsAcesso aberto
dc.subject.cnpqCiências Biológicas
dc.subject.keywordsEducação inclusiva
dc.subject.keywordsTranstorno do espectro autista
dc.subject.keywordsAtendimento educacional especializado.
dc.titleA inclusão dos estudantes com transtorno do espectro autista na educação básica:Limites,desafios e perspectivas a partir da formação docente
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

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