Fazendinha Dona Izabel: gestão cultural e patrimônio em comunidades negras e periféricas

dc.contributor.advisorDoutora Maria Cristina Rocha Simão
dc.contributor.authorPereira, Josemeire Alves
dc.date.accessioned2024-12-09T15:55:27Z
dc.date.available2024-12-09T15:55:27Z
dc.date.issued2024-04-24
dc.description.abstractA Fazendinha Dona Izabel está localizada na Barragem Santa Lúcia, em Belo Horizonte-MG, e foi tombada em 1992, a pedido de moradoras/es; tornando-se símbolo de uma iniciativa inédita até então: o reconhecimento de um bem situado numa comunidade de favelas como patrimônio da cidade. Construído entre fins do século XIX e início do XX, o imóvel é documento-testemunho das experiências de africanas(os) e seus descendentes, majoritariamente livres, que inscreveram suas vivências naquelas terras bem antes de 1888. Ele testemunha ainda a formação da comunidade, a partir da chegada de famílias negras que, no Pós-Abolição – especialmente no advento da construção da Nova Capital –, migraram do interior do estado de Minas Gerais e de outras regiões do país. Partindo da análise dos processos de patrimonialização e do recente restauro de uma edificação localizada em uma das primeiras favelas da capital mineira, o artigo propõe à discussão a relação entre comunidade e poderes governamentais envolvidos na promoção de políticas públicas de memória, com atenção à especificidade dos desafios epistemológicos e de gestão de patrimônios configurados a partir de experiências negras no território.
dc.description.abstract1Fazendinha Dona Izabel is located in Barragem Santa Lúcia, Belo Horizonte-MG (Brazil). It was recognized as city´s Cultural Heritage in 1992, at the request of residents. By that act, the edification became a symbol of an unprecedented initiative until then: the recognition of a property located in a favela community as a city heritage. Built between the end of the 19th century and the beginning of the 20th, the property is a testimony-document of the experiences of African people and their descendants, mostly free, who inscribed their experiences in those lands well before 1888 (Slavery Abolition in Brazil). It also testifies to the formation of that community, from the arrival of black families who, in the Post-Abolition period – especially in the advent of the construction of the Nova Capital (later named Belo Horizonte) –, migrated from the interior of the state of Minas Gerais and from other regions of the country. Based on the analysis of patrimonialization process documents and the recent restoration of the building located in one of the first favelas in the capital of Minas Gerais, the article proposes for discussion the relationship between the community and government powers involved in promoting public memory policies, with attention to the specificity of the epistemological and heritage management challenges configured from black people experiences in the territory.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.14387/1967
dc.language.isoPortuguês
dc.publisher.campiOuro Preto
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.institutionInstituto Federal de Minas Gerais
dc.publisher.programEspecialização em Gestão e Conservação do Patrimônio Cultural
dc.rightsAcesso aberto
dc.subject.keywordPatrimônios Negros
dc.subject.keywordGestão do Patrimônio Cultural
dc.subject.keywordPolíticas Públicas
dc.subject.keywordBelo Horizonte/MG
dc.subject.keywordFazendinha Dona Izabel
dc.titleFazendinha Dona Izabel: gestão cultural e patrimônio em comunidades negras e periféricas
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso
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