Promoção de transformações sociais e de sustentabilidade por meio da educação ambiental

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Doutor João Paulo Lemos

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Abstract

Current environmental problems, such as the Anthropocene, global warming, and environmental degradation, stem from the unsustainable exploitation of natural resources. Rural and indigenous populations, who practice family farming, play a key role in biodiversity conservation due to their sustainable use of resources and knowledge passed down through generations. However, they face challenges such as limited productivity and restricted access to natural resources and technical assistance. Participatory research emerges as an alternative to conventional research, valuing local and indigenous knowledge (ILK) and promoting socio-environmental advancements. This multidisciplinary approach seeks to integrate science and society, offering more sustainable and inclusive solutions. An example of this was the project carried out with quilombola communities, farmers, and students, where the implementation of community gardens proved effective for transformative environmental education. The practical experience stimulated learning, socio-environmental awareness, and teamwork, while also valuing family farming as a means of subsistence and environmental conservation. Rural extension plays an important role by connecting researchers and rural communities, strengthening family farming, and encouraging sustainable practices. Participatory research, therefore, emerges as an essential pathway for social and environmental transformation, combining scientific and traditional knowledge, economic development, and human well-being.


Resumo

Os problemas ambientais atuais, como o Antropoceno, o aquecimento global e a degradação ambiental, decorrem da exploração insustentável dos recursos naturais. Populações rurais e indígenas, que praticam a agricultura familiar, destacam-se na conservação da biodiversidade devido ao uso sustentável dos recursos e ao conhecimento transmitido por gerações. No entanto, enfrentam desafios como a produtividade limitada e o acesso restrito a recursos naturais e assistência técnica. A pesquisa participativa surge como alternativa à pesquisa convencional, valorizando os saberes locais e indígenas (CLI) e promovendo avanços socioambientais. Essa abordagem multidisciplinar visa integrar ciência e sociedade, oferecendo soluções mais sustentáveis e inclusivas. Exemplo disso foi o projeto realizado com comunidades quilombolas, agricultores e estudantes, no qual a implementação de hortas comunitárias se mostrou eficaz na educação ambiental transformadora. A experiência prática estimulou o aprendizado, a consciência socioambiental e o trabalho em equipe, além de valorizar a agricultura familiar como meio de subsistência e conservação ambiental. A extensão rural desempenha um papel importante ao conectar pesquisadores e comunidades rurais, fortalecendo a agricultura familiar e incentivando práticas sustentáveis. A pesquisa participativa, portanto, apresenta-se como um caminho essencial para a transformação social e ambiental, aliando conhecimento científico e tradicional, desenvolvimento econômico e bem-estar humano.

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