Efeito da solarização do solo com diferentes tipos de plásticos no controle de plantas daninhas
| dc.contributor.advisor | Mestre Alisson José Eufrásio de Carvalho | |
| dc.contributor.author | Figueiredo, Haudianne Fernandes | |
| dc.date.accessioned | 2023-09-18T14:19:58Z | |
| dc.date.available | 2023-09-18T14:19:58Z | |
| dc.date.issued | 2019-08-26 | |
| dc.description | O estudo teve por objetivo testar o efeito de diferentes plásticos em diferentes épocas para o controle eficiente das plantas daninhas. O experimento foi instalado na parte externa do Prédio de Ciências Agrárias do Instituto Federal de Minas Gerais Campus São João Evangelista – MG. Foram instalados bandejas com os seguintes tratamentos, sendo três tipos de cobertura (ausência de cobertura, plástico preto e plástico transparente), filme plástico de polietileno de baixa densidade (PEBD) transparente e preto de 150 micras (μm) e 4 épocas de cobertura do solo (15, 30, 45 e 60 dias). Cada bandeja foi dividida ao meio para receber duas repetições. A cada 15 dias após a instalação dos plásticos (PEBD) as coberturas foram retiradas para exposição do solo a luminosidade. Após 20 dias de exposição dos tratamentos a luminosidade as plantas daninhas foram identificadas, quantificadas e coletadas para mensuração da massa fresca e seca da parte aérea. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos ao acaso com arranjo fatorial 3x4 com quatro repetições. Os dados foram submetidos às análises de variância (teste F), regressão e teste Tukey. As análises estatísticas foram efetuadas com auxílio dos softwares Excel® e R versão 3.5.2 (R CORE TEAM, 2018), com significâncias de 1 e 5%. Foram observadas 16 espécies de plantas daninhas nos diferentes tratamentos com predominância de Eleusine indica L. na testemunha; Urocholoa decumbens Stapf e Eleusine indica L. no plástico branco; e Digitaria horizontalis Willd, no plástico preto (PEBD). A predominância de espécies gramíneas nos tratamento com plásticos deve ser atribuído a elevação da temperatura nesses ambientes. Para o acúmulo de massa seca foi observado aos 60 dias na testemunha 137,57 g.bandeja-1, no plástico branco 43,83 g.bandeja-1 e no plástico preto 0,0 g.bandeja-1 . A redução no acúmulo foi de 100 % para o plástico preto e 68,1 % para o plástico branco. A cobertura do solo com plástico preto de polietileno de 150 micras pelo período de 60 dias inviabiliza a germinação do banco de sementes. As temperaturas elevadas em torno de 35 °C a 40 °C na superfície do solo no período do trabalho favoreceram a germinação de gramíneas. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/20.500.14387/1310 | |
| dc.language.iso | Português | |
| dc.publisher.campi | São João Evangelista | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.institution | Instituto Federal de Minas Gerais - Campus São João Evangelista | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.subject.keyword | Controle | |
| dc.subject.keyword | Plantas daninhas. | |
| dc.subject.keyword | Plásticos | |
| dc.subject.keyword | Solarização | |
| dc.title | Efeito da solarização do solo com diferentes tipos de plásticos no controle de plantas daninhas | |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso |
