Educação inclusiva: uma proposta metodológica para o ensino de histologia animal no primeiro ano do ensino médio
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Resumo
Em cada unidade escolar, cada aluno é único, e esta individualização precisa ser cuidada com empatia para que o aluno desenvolva suas habilidades, suas capacidades intelectuais e psicossociais, confiando que as pessoas que ali se encontram vão ajudar, orientar e proteger. Com crianças especiais, o paradigma anterior é ampliado, pois necessita-se de maior contato entre pais, escola e profissionais que amparam a criança e sua família. A escola inclusiva deve ser um lugar de empatia, aceitação, compartilhamento e, sobretudo, de cooperação e equidade entre todos. Utilizou-se a revisão de literatura acadêmica, de legislação e normas para educação de cegos em salas inclusivas do ensino médio. Pelas pesquisas efetuadas, conclui-se que, para escolas públicas, é complicado adquirir modelos médicos, que são de alto custo, para o ensino de conteúdo muito específico e para poucos alunos, por mais instigante que seja. A criatividade do professor em buscar metodologias ativas e tecnologias (assistivas ou não) é sempre uma necessidade para manter a motivação da sala e conseguir o aprendizado pleno e objetivo do conteúdo a ser ministrado. Mais que criatividade, é preciso muita pesquisa do professor, de forma a sempre se conseguir uma saída frente a alguma barreira de aprendizado, com ou sem alunos especiais em sala de aula.