Liderança feminina: os desafios enfrentados pelas mulheres em cargos de liderança

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Oliveira, Maria das Graças de

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This article investigates the challenges faced by women in leadership positions, focusing on structural and cultural barriers, as well as the effectiveness of organizational diversity and inclusion policies. The methodology consisted of a literature review of key works on the subject, combined with a documentary analysis of statistical data provided by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), with emphasis on the topic “Public life and decision-making” (Tables 1,2,3,4 and 5). The theoretical review highlighted that, despite notable progress in gender equity, women still face significant obstacles, intensified by gender stereotypes and exclusionary organizational structures. The data analyzed reinforced the underrepresentation of women in leadership roles across both public and private sectors, and revealed how unpaid domestic work and low political participation affect their career paths. It is concluded that promoting effective female leadership requires more than implementing diversity policies; it demands a broader cultural shift within institutions, capable of recognizing and supporting women’s specific needs. The inclusion of intersectional variables in future research is recommended in order to develop more comprehensive and inclusive solutions.


Resumo

Este artigo investigou os desafios enfrentados por mulheres em cargos de liderança, com foco nas barreiras estruturais, culturais e na eficácia das políticas organizacionais de diversidade e inclusão. A metodologia adotada consistiu em uma revisão bibliográfica de obras fundamentais sobre o tema, aliada à análise documental de dados estatísticos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com ênfase no tópico “Vida pública e tomada de decisão” (Tabelas 1,2,3,4 e 5). A revisão teórica evidenciou que, apesar de avanços importantes no campo da equidade de gênero, as mulheres ainda enfrentam obstáculos expressivos, intensificados por estereótipos de gênero e por estruturas organizacionais excludentes. Os dados analisados reforçaram a sub-representação feminina em cargos de liderança tanto na esfera pública quanto no setor privado, e demonstraram como fatores como o trabalho doméstico não remunerado e a baixa presença em espaços políticos comprometem a trajetória das mulheres. Conclui-se que promover a liderança feminina de forma eficaz exige não apenas a implementação de políticas de diversidade, mas também uma transformação cultural mais ampla nas instituições, capaz de reconhecer e apoiar as necessidades específicas das mulheres. A incorporação de variáveis interseccionais em pesquisas futuras é recomendada para o desenvolvimento de soluções mais completas e inclusivas.

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