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SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE PROCESSOS HIDROGEOMORFOLÓGICOS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS
(2024-02-23) Leal, Matheus de Castro; Oliveira, Diego Alves de; Doutor Diego Alves de Oliveira
Processos hidrogeomorfológicos que ocorrem em bacias hidrográficas podem afetar a qualidade de vida da sociedade, especialmente em áreas urbanizadas. O conhecimento desses processos pode ser considerado um pressuposto básico para uma mudança de percepção da sociedade para com as bacias hidrográficas e para o exercício da cidadania. Nesse sentido, este material tem, por objetivo, auxiliar professores da Educação Básica no desenvolvimento de atividades de Geografia Física para o 6° ano do Ensino Fundamental e para a 1ª série do Ensino Médio. Consiste em uma sequência de atividades sobre o ensino de processos hidrogeomorfológicos em bacias hidrográficas com foco em inundações, enchentes e alagamentos. As atividades descritas podem ser adaptadas e aplicadas em qualquer escola do Brasil. Esta obra é resultante da dissertação de mestrado intitulada “ENSINO DE PROCESSOS HIDROGEOMORFOLÓGICOS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS: contribuições da Geografia Escolar para a construção de conhecimento do estudante da Educação Básica”. Ela foi elaborada para atender à exigência de apresentação de um produto educacional, requisito para a obtenção do título de Mestre pelo Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Geografia em Rede (PROFGEO).
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ENSINO DE PROCESSOS HIDROGEOMORFOLÓGICOS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS: contribuições da Geografia Escolar para a construção de conhecimento do estudante da Educação Básica
(2024-02-23) Leal, Matheus de Castro; Doutor Diego Alves de Oliveira
Processos hidrogeomorfológicos que ocorrem em bacias hidrográficas podem afetar a qualidade de vida da sociedade, especialmente em áreas urbanizadas. O conhecimento destes processos pode ser considerado um pressuposto básico para uma mudança de percepção da sociedade para com as bacias hidrográficas e para o exercício da cidadania. Nesse sentido, o estudo de temas da Geografia Física se faz importante no decorrer dos anos/séries da Educação Básica. A ênfase da pesquisa é no ensino de Geografia com o objetivo de contribuir para a construção de conhecimento do estudante da Educação Básica, anos finais do Ensino Fundamental, no que refere ao estudo dos processos hidrogeomorfológicos que ocorrem em bacias hidrográficas, tais como a infiltração, o escoamento superficial, a evapotranspiração, as inundações, os alagamentos e as enchentes, com ênfase nas áreas urbanas. Os dados foram coletados junto aos estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental no ano de 2023. A pesquisa foi aplicada em uma escola de Educação Básica situada na bacia hidrográfica do Córrego Ferrugem, afluente da bacia hidrográfica do rio Arrudas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A partir de uma abordagem qualitativa, a pesquisa está organizada nas seguintes etapas: 1) conhecimento prévio dos estudantes a partir da aplicação de questionário; 2) realização de atividades que contribuem para a construção de conhecimentos significativos; 3) segunda aplicação do mesmo questionário para verificar a eficiência da sequência didática na construção de conhecimento significativo. Os resultados apontaram para um desconhecimento dos alunos em relação aos elementos que compõem uma bacia hidrográfica, às causas de fenômenos como enchentes, inundações e alagamentos, e a confusão destes processos. Além disso, mostraram que os estudantes até o 6° ano, não se reconhecem como integrantes/ocupantes de bacias hidrográficas. Dessa forma, atividades como maquetes são uma boa estratégia para construção de conhecimento sobre o tema. Propõe-se, no âmbito do mestrado profissional, a sequência didática, composta por atividades baseadas na educação ambiental, no estudo do meio, na Cartografia, na construção de maquete e no trabalho de campo, como produto técnico.
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A importância da modelagem da informação da cidade (CIM) para a sustentabilidade das cidades
(2024-03-06) Dantas, Hiago da Silva; Mestre Humberto Coelho de Melo
O crescimento da população urbana tem gerado um aumento na complexidade dos sistemas de infraestrutura e nas consequências ambientais da atividade humana. Assim, é essencial que os conceitos da sustentabilidade sejam implementados no desenvolvimento das cidades. Neste sentido, o presente trabalho visa estudar como a Modelagem da Informação da Cidade (CIM) pode contribuir à entrega de melhores serviços e qualidade de vida à população urbana. Para tal, analisou-se a Norma Internacional ISO 37120:2014 (Desenvolvimento sustentável das comunidades — Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida) e verificou-se que 53 dos seus 100 indicadores podem ser avaliados com dados oriundos de Modelagem da Informação da Construção (BIM) e de Modelagem da Informação da Cidade (CIM). Com isso, concluiu-se que os modelos BIM e CIM permitirão acompanhar de maneira mais exata e automatizada o desenvolvimento sustentável das cidades em tempo real. Possibilitando, além da resposta à ISO 37120:2014, monitorar e avaliar a performance dos serviços públicos para subsidiar tomadas de decisões mais assertivas.
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Contribuições dos jardins botânicos brasileiros para a conservação das abelhas sem ferrão: diagnóstico e plano de ação
(2023-08-23) Carmo, Sabrina Silva Alves do; Doutora Ariane Flávia do Nascimento
Jardins botânicos são instituições comprometidas com a conservação ambiental, a pesquisa científica e a educação ambiental. Tais vocações são inerentemente focadas na flora, mas também podem colaborar com a proteção de outros grupos da biodiversidade. É o caso das abelhas sem ferrão (ASF) , principal grupo de polinizadores da flora brasileira. Considerando que esta é uma vocação secundária dos jardins botânicos e em uma tentativa de compreender de quais formas tal vocação pode ser explorada, a presente pesquisa realizou um diagnóstico das principais práticas com foco em abelhas sem ferrão que são executadas por jardins botânicos brasileiros na atualidade. A revisão sistemática mostrou que a produção científica sobre ASF dentro de jardins botânicos é incipiente e há uma necessidade de se investir e divulgar os jardins botânicos como espaços úteis propícios para levantamento de espécies, assim como estudos de polinização e forrageamento. O diagnóstico revelou que há 50 jardins em funcionamento no Brasil atualmente, sendo que a maior parte deles se encontra na região litorânea, nos estados do Sudeste e no domínio da Mata Atlântica. Entre os 28 jardins que participaram do diagnóstico por meio de questionário, 71% declararam já realizar alguma ação com ASF. A maioria possui levantamento das abelhas sem ferrão que ocorrem dentro do jardim (67%) e oferta atividades educativas sobre essas abelhas (53%). Há 23 jardins com meliponários educativos em funcionamento. Por outro lado, verificou-se que os jardins precisam avançar em outras práticas, por exemplo, 78% não investem na capacitação de equipe para o tema; 78% não possui critérios de aplicação de produtos fitossanitários com vistas a proteção de ASF e 67% não estão envolvidos com projetos de conservação de abelhas locais. Os dados gerados no diagnóstico embasaram o desenvolvimento de um plano de ação de referência para jardins botânicos brasileiros dentro dessa temática, que oferece um conjunto de 28 indicações de ações que tais instituições podem implementar para atuar em favor da conservação de abelhas sem ferrão em curto, médio e longo prazo.
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Utilização de resíduos da construção civil na produção de pisos ecológicos drenantes
(2023-11-06) Costa, Gabriela Cristina de Assis; Doutor Neimar de Freitas Duarte
A pesquisa teve como objetivo principal avaliar a incorporação de agregados reciclados de concreto e cerâmica para a classe de resistência de 20 MPa, conforme os padrões mínimos exigidos pela norma técnica ABNT NBR 16416/2015. O estudo foi desenvolvido em quatro etapas. Na primeira etapa, realizou-se uma revisão sistemática da literatura que resultou em 07 (sete) artigos científicos voltados para a proposta do estudo. Na segunda etapa, foi realizado um estudo de caso da geração de resíduos da construção civil (RCC) entre duas obras de sistemas construtivos distintos, uma executada em alvenaria estrutural e outra em pré- moldado. Na terceira etapa, avaliou-se o comportamento da resistência mecânica e de permeabilidade do piso ecológico drenante. Isso envolveu a análise do agregado reciclado in natura, além de sua mistura com agregado natural (brita 0), que foram avaliados quanto à resistência à compressão aos 28 dias. Como não existe normatização para o uso de dosagens específicas do concreto permeável, para determinar o traço a ser utilizado no experimento, considerou-se algumas literaturas que apontaram a variação 1:3 (relação de cimento/agregado em massa). Estabeleceu-se o fator água/cimento no valor de 0,40 como ponto de partida durante a moldagem dos corpos de prova. De maneira geral, os grupos de resistência com teores de 45% e 65% de resíduos de concreto e cerâmica cumpriram os requisitos estabelecidos pela ABNT NBR 9781:2013.