Modelos sigmoidais na estimativa da altura de fustes em um sítio florestal amazônico, em Rondônia

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A estimativa precisa da altura de fustes é essencial para inventários florestais, avaliação de estoque de madeira e planejamento de manejo sustentável, especialmente em ecossistemas tropicais complexos como a Amazônia. Este estudo avaliou o desempenho de três modelos sigmoidais – Morgan-Mercer-Flodin (MMF), Gompertz e Logístico – para estimar a altura total de fustes em uma área de domínio amazônico, no município de Porto Velho, em Rondônia – Brasil. O inventário compreendeu 26 conglomerados com quatro subunidades retangulares de 2.000 m², dispostas em cruz de Malta, totalizando 4.715 fustes com diâmetros à altura do peito (DAP) de 10cm a 191cm e alturas de 1,5m a 48m. A avaliação dos modelos considerou a Raiz Quadrada do Erro Médio (RQEM), coeficiente de correlação de Pearson e Critério de Informação de Akaike (AIC). O modelo MMF apresentou menor dispersão em torno das alturas observadas e refletiu adequadamente o crescimento biológico assintótico dos fustes, mesmo para os maiores diâmetros. Conclui-se que o modelo MMF é eficiente e recomendável para estimativas hipsométricas em florestas amazônicas complexas.


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