Cobertura morta no crescimento de mudas de Handroanthus serratifolius (VAHL) S. grose em vasos

dc.contributor.advisorFontan, Ivan da Costa Ilhéu
dc.contributor.authorSilva, Jefferson Martins da
dc.contributor.refereeFontan, Ivan da Costa Ilhéu
dc.contributor.refereeCarvalho , Graziele Wolff de Almeida
dc.contributor.refereeLafetá, Bruno Oliveira
dc.date.accessioned2026-05-05T10:49:27Z
dc.date.created2023-08-29
dc.descriptionO presente trabalho teve por objetivo avaliar se o uso de cobertura morta (palha de café e resíduo de corte de grama) contribui para uma melhoria no desenvolvimento e qualidade de mudas de Ipê-amarelo (Handroanthus serratifolius (Vahl) S.Grose) produzidos em vasos plásticos de 20 litros. O trabalho foi realizado no viveiro de mudas do IFMG em São João Evangelista, onde o experimento foi estabelecido em um delineamento inteiramente casualizado (DIC) com 8 repetições e 4 tratamentos (T1: sem cobertura morta e sem capina; T2: sem cobertura morta e com capina manual a cada 15 dias; T3: cobertura de palha de café e sem capina; e T4: cobertura de resíduos de corte de grama sem capina). Aos 360 dias após o transplantio das mudas nos vasos foram avaliadas as variáveis: altura total, diâmetro do coleto e seus respectivos incrementos; massa seca da parte aérea, das raízes e total; e o índice de qualidade de Dickson (IQD). Os dados foram submetidos à análise de variância (teste F, a 5% de significância) e teste de comparações múltiplas de Fischer (LSD, 5%) com auxílio de planilhas eletrônicas e do software Statistica 7®. A contribuição da cobertura do substrato nos vasos sobre o desenvolvimento das mudas de ipê foi apenas parcial visto que: a altura total final das mudas nos tratamentos T2, T3 e T4 foram estatisticamente iguais, e superiores à altura observada nas plantas do T1. O mesmo ocorreu para o incremento em altura; para o diâmetro do coleto final e seu respectivo incremento não houve diferença significativa entre os tratamentos T1, T3 e T4, cujas médias foram estatisticamente inferiores àquelas observadas para o T2; a massa seca da parte aérea e a massa seca total foram estatisticamente iguais entre os tratamentos e, a massa seca das raízes foi significativamente superior no T2. As mudas do T2 (sem cobertura, porém com capina quinzenal) apresentaram Índice de Qualidade de Dickson (IQD) significativamente superior àquelas dos demais tratamentos, que por sua vez não diferiram estatisticamente entre si.
dc.identifier.advisorOrcidhttps://orcid.org/0000-0003-4143-5433
dc.identifier.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0801705938223514
dc.identifier.authorOrcid.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14387/3124
dc.language.isopor
dc.publisher.campiSão João Evangelista
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.institutionInstituto Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subject.cnpqCiências Agrárias
dc.subject.keywordsIpê-amarelo
dc.subject.keywordsResíduo vegetal
dc.subject.keywordsPlantas daninhas
dc.titleCobertura morta no crescimento de mudas de Handroanthus serratifolius (VAHL) S. grose em vasos
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

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